Sistema Fibra participa da Conferência Livre ODS
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- Publicado: Quarta, 20 Mai 2026 10:54
O Distrito Federal recebeu na segunda-feira, 18 de maio, a Conferência Livre ODS, que integra o processo preparatório para a 1ª Conferência Nacional dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). O encontro, na unidade da Asa Sul do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), reuniu representantes da administração pública, do setor produtivo, do terceiro setor, da academia e da sociedade civil.
Os participantes debateram propostas relacionadas ao desenvolvimento sustentável, à inovação, à inclusão produtiva e ao fortalecimento, na capital federal, da Agenda 2030, um plano de ação global das Nações Unidas.
O encontro foi correalizado pelo Sistema Fibra, pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) no DF, pela Coalizão pelo Impacto e pelo Instituto Felicidade para Todos, em parceria com o IDP, o Instituto Sabin, o Instituto + Brasal, o Instituto BRB, o Instituto Gabriel Gastal, a GPS Foundation, o Instituto Global ESG, a Fundação Getulio Vargas e a Fundação Gol de Letra.
O tema da conferência local foi Construindo Coletivamente Soluções Sustentáveis para o Futuro do DF, com o objetivo de fortalecer o papel estratégico da indústria, da inovação e das parcerias multissetoriais na transformação dos territórios e na promoção de soluções sustentáveis.
“São assuntos que devem ser tratados com pragmatismo e sem demagogia. Reunir entidades para discutir a Agenda 2030 é um movimento fundamental para que as propostas extraídas aqui sejam viáveis e realistas”, afirmou, na abertura do evento, o 1º vice-presidente da Federação das Indústrias do DF (Fibra), Pedro Henrique Verano. Ele destacou a importância do setor industrial para o desenvolvimento. “Ambientes industrializados não têm apenas maior renda, mas têm renda mais bem distribuída. Esse fator reduz desigualdade, aumenta a escolaridade média e amplia a entrega de serviços para o cidadão. Regiões industrializadas também são mais inovadoras, mais tecnológicas e, consequentemente, mais sustentáveis.”
Além de Verano, compuseram a mesa de abertura o conselheiro do Tribunal de Contas do Distrito Federal André Clemente, o gerente de Políticas Públicas do Sebrae no DF, Jorge Adriano Soares, a chefe de Pesquisa do Instituto Felicidade para Todos, Ana Paula Inglês, e o conselheiro da Coalizão pelo Impacto Gabriel Cardoso.
Definição de propostas
Após a abertura oficial, os participantes assistiram à palestra Inovação com Impacto: Tecnologia, ESG e Inclusão Social como Caminhos para o Desenvolvimento Sustentável, com a especialista em ESG Cristina Castro.
Em seguida, eles se dividiram em dois grupos para debater dois eixos da conferência nacional: o Eixo 3 (inclusão social e combate às desigualdades) e o Eixo 4 (inovação tecnológica para o desenvolvimento sustentável).
Cada grupo discutiu três propostas centrais e definiu aquela que pode ser apresentada na 1ª Conferência Nacional dos ODS, prevista para ocorrer em Brasília, de 29 de junho a 2 de julho. Para isso, a equipe de representantes da conferência do DF, eleita no encontro local, terá de entregar um relatório que comprove o cumprimento dos requisitos para seguir para a etapa nacional.
A delegada eleita foi a assessora de Responsabilidade Social do Sistema Fibra, Cida Lima, e os suplentes são o gerente de Políticas Públicas do Sebrae no DF, Jorge Adriano Soares, a diretora institucional do Instituto Gabriel Gastal, Sarah Tolentino, e a chefe de Pesquisa do Instituto Felicidade para Todos, Ana Paula Inglês.
As pautas aprovadas foram:
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Eixo 3: Inclusão social e combate às desigualdades
Educação inclusiva e empreendedorismo: mobilizar a adoção de práticas de ensino emancipadoras e inclusivas, para eliminar barreiras de acesso e permanência, pela articulação entre o poder público, o terceiro setor e a iniciativa privada, promovendo o direito à educação ao longo da vida como instrumento de redução das desigualdades e de fortalecimento da cidadania plena por meio da qualificação profissional e o estímulo do empreendedorismo no DF.
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Eixo 4: Inovação tecnológica para o desenvolvimento sustentável
Ecossistema de inovação como motor do desenvolvimento sustentável: articular o setor produtivo, o governo, a academia e a sociedade civil para o desenvolvimento de soluções dos desafios sociais, ambientais e econômicos locais, posicionando o DF como referência na implementação prática da Agenda 2030, fortalecendo, assim, o ecossistema de inovação, ciência e tecnologia local.
